João Pedro da Ponte, na sua obra “As Novas Tecnologias e a Educação” começa por nos alguns aspectos históricos importantes relativos à evolução das novas tecnologias no ensino em Portugal. Ele recorda-nos algumas aplicações de linguagens de programação que fizeram historia no ramo da tecnologia como O PASCAL C e outras.
Aspectos históricos aparte o livro descreve a dificuldade de implementação das novas tecnologias nas escolas. Desde as iniciais faltas de recursos, à cota parte de responsabilidade das escolas e dos docentes que têm o dever se actualizarem e serem sem mais dinâmicos do que são na realidade, dito isto esta obra também os encoraja a produzirem aulas mais dinâmicas e estimulantes.
O autor defende que a implementação das novas tecnologias nos currículos e nas escolas pode trazer grandes vantagens, ao ensino. A título de exemplo podem ser criados centros de informação e pesquisa, iniciativas tanto podem servir para a formação continua dos docentes, como serem para o uso dos alunos.
Existe ainda a preocupação do autor em alertar para os malefícios do uso destas tecnologias prevendo assim desde já dois cenários possíveis de encontrar em qualquer escola;
O uso do computador pode contribuir para a inovação, dinamismo e estímulo dos alunos, numa perspectiva positiva. No lado oposto a este pensamento podemos ter uma situação onde o seu uso pode ser enfadonho e limitado, como exemplo disto é o mau uso das apresentações electrónicas.
Com a previsão destes dois cenários, surge a necessidade de criar toda uma forma de inserir as tecnologias na escola correctamente. Esta implementação vai ter de surgir por três caminhos ora pela vivência de alunos e professores, ou por contribuições do domínio da ciência ou por fim de investigações educacionais dirigidas nesse sentido.
Uma ideia patente na obra com a qual concordo é que a introdução destas novas tecnologias não pode servir para retirar aos alunos o seu espírito de descoberta e inovação, deve sempre ser mantido um pouco por descobrir e explorar. De resto as tecnologias já fazem parte do dia a dia dos alunos e da sociedade, basta guia-los nos caminhos de uma utilização mais frutífera
Dos vários temas e ideias que surgem no livro uma inovação futura pode ser a criação do Cd-rom por disciplina, isto é uma realidade cada vez mais concreta pois já surgem CD’s ou DVD’s juntamente com os manuais, a par destas medidas, no nosso dia a dia surgem softwares específicos, a titulo pessoal gostei de ver a menção ao programa português MODELLUS:
“ O programa MODELLUS, desenvolvido por Vítor Teodoro, da Universidade Nova de Lisboa, tanto pode servir para a realização de actividades de modelação pelos alunos como para a exploração de simulações previamente construídas” João P. da Ponte, 1997:79).
Este programa e outros similares traçam a meu ver o futuro das aprendizagens tecnológicas, pois não apenas se limita a correr formulas e simulações pré definidas pelo programador ou educador, mas permite ao aluno criar as suas experiências. Para mim este é o ponto-chave das tecnologias educativas e a sua maior vantagem, não serem assim apenas modelos de aprendizagem chave na mão mas sim de construção de conhecimento.
A par com avanços nos programas educativos dirigidos aos alunos cuja lista vai desde o LOGO ao MODELLUS, avançam os programas dirigidos aos professores, como o Hot Potatoes e outras ferramentas disponíveis, que já estão relacionadas com a potencialidades de Internet, novamente a titulo de exemplo os Webquests são apenas uma ponta de um enorme Iceberg de possibilidades educativas, para alunos e professores
Em as “Novas Tecnologias e a Educação” João Pedro da Ponte refere-se ao trabalho de Seymour Papert que salienta a importância dos aspectos afectivos e cognitivos em torno do desenvolvimento do conhecimento, ambos os autores acabam por desejar que os alunos desenvolvam uma interacção entre eles e o computador, mas sem perder o controle do mesmo, e que não e caírem na situação em que o aluno acabem frustrado e desmotivado pelo uso de uma maquina fria sem o toque humano.
Quem lições existem então a tirar desta obra, para além dos pontos já referidos. É evidente que na nossa sociedade a implementação das novas tecnologias nas escolas deve ser incentivada, é possivelmente uma das grandes lutas da educação, sermos capazes de dotar os nossos alunos com iniciativa, e espírito para viverem num mundo tecnológico.
Os professores têm de ganhar a coragem e a capacidade de enfrentar os desafios deste novo mundo não tendo medo de aprender novas coisas. Pessoalmente diria mesmo que os ficheiros de ajuda de software tem de passar a ser de leitura obrigatória para todos os docentes, isto serve para eliminar as desculpas de “não sei como”. Deve ainda nas escolas ser garantida a igualdade de acesso e uso destas tecnologias. Em Portugal o programa www.eescola.net tenta precisamente proporcionar a alunos e docentes ferramentas informáticas, neste caso computadores portáteis, a preços acessíveis.
Aspectos históricos aparte o livro descreve a dificuldade de implementação das novas tecnologias nas escolas. Desde as iniciais faltas de recursos, à cota parte de responsabilidade das escolas e dos docentes que têm o dever se actualizarem e serem sem mais dinâmicos do que são na realidade, dito isto esta obra também os encoraja a produzirem aulas mais dinâmicas e estimulantes.
O autor defende que a implementação das novas tecnologias nos currículos e nas escolas pode trazer grandes vantagens, ao ensino. A título de exemplo podem ser criados centros de informação e pesquisa, iniciativas tanto podem servir para a formação continua dos docentes, como serem para o uso dos alunos.
Existe ainda a preocupação do autor em alertar para os malefícios do uso destas tecnologias prevendo assim desde já dois cenários possíveis de encontrar em qualquer escola;
O uso do computador pode contribuir para a inovação, dinamismo e estímulo dos alunos, numa perspectiva positiva. No lado oposto a este pensamento podemos ter uma situação onde o seu uso pode ser enfadonho e limitado, como exemplo disto é o mau uso das apresentações electrónicas.
Com a previsão destes dois cenários, surge a necessidade de criar toda uma forma de inserir as tecnologias na escola correctamente. Esta implementação vai ter de surgir por três caminhos ora pela vivência de alunos e professores, ou por contribuições do domínio da ciência ou por fim de investigações educacionais dirigidas nesse sentido.
Uma ideia patente na obra com a qual concordo é que a introdução destas novas tecnologias não pode servir para retirar aos alunos o seu espírito de descoberta e inovação, deve sempre ser mantido um pouco por descobrir e explorar. De resto as tecnologias já fazem parte do dia a dia dos alunos e da sociedade, basta guia-los nos caminhos de uma utilização mais frutífera
Dos vários temas e ideias que surgem no livro uma inovação futura pode ser a criação do Cd-rom por disciplina, isto é uma realidade cada vez mais concreta pois já surgem CD’s ou DVD’s juntamente com os manuais, a par destas medidas, no nosso dia a dia surgem softwares específicos, a titulo pessoal gostei de ver a menção ao programa português MODELLUS:
“ O programa MODELLUS, desenvolvido por Vítor Teodoro, da Universidade Nova de Lisboa, tanto pode servir para a realização de actividades de modelação pelos alunos como para a exploração de simulações previamente construídas” João P. da Ponte, 1997:79).
Este programa e outros similares traçam a meu ver o futuro das aprendizagens tecnológicas, pois não apenas se limita a correr formulas e simulações pré definidas pelo programador ou educador, mas permite ao aluno criar as suas experiências. Para mim este é o ponto-chave das tecnologias educativas e a sua maior vantagem, não serem assim apenas modelos de aprendizagem chave na mão mas sim de construção de conhecimento.
A par com avanços nos programas educativos dirigidos aos alunos cuja lista vai desde o LOGO ao MODELLUS, avançam os programas dirigidos aos professores, como o Hot Potatoes e outras ferramentas disponíveis, que já estão relacionadas com a potencialidades de Internet, novamente a titulo de exemplo os Webquests são apenas uma ponta de um enorme Iceberg de possibilidades educativas, para alunos e professores
Em as “Novas Tecnologias e a Educação” João Pedro da Ponte refere-se ao trabalho de Seymour Papert que salienta a importância dos aspectos afectivos e cognitivos em torno do desenvolvimento do conhecimento, ambos os autores acabam por desejar que os alunos desenvolvam uma interacção entre eles e o computador, mas sem perder o controle do mesmo, e que não e caírem na situação em que o aluno acabem frustrado e desmotivado pelo uso de uma maquina fria sem o toque humano.
Quem lições existem então a tirar desta obra, para além dos pontos já referidos. É evidente que na nossa sociedade a implementação das novas tecnologias nas escolas deve ser incentivada, é possivelmente uma das grandes lutas da educação, sermos capazes de dotar os nossos alunos com iniciativa, e espírito para viverem num mundo tecnológico.
Os professores têm de ganhar a coragem e a capacidade de enfrentar os desafios deste novo mundo não tendo medo de aprender novas coisas. Pessoalmente diria mesmo que os ficheiros de ajuda de software tem de passar a ser de leitura obrigatória para todos os docentes, isto serve para eliminar as desculpas de “não sei como”. Deve ainda nas escolas ser garantida a igualdade de acesso e uso destas tecnologias. Em Portugal o programa www.eescola.net tenta precisamente proporcionar a alunos e docentes ferramentas informáticas, neste caso computadores portáteis, a preços acessíveis.
Já existe assim a consciência que é necessário alterar a realidade nacional e criar novos programas adequados ao mundo digital e global. Alguns passos estão a ser dados, mas mais que tudo são as acções no dia a dia de cada escola de docentes e alunos que podem levar em frente estas ideias. Como futuro docente penso que nos temos a obrigação de não nos deixarmos adormecer e contribuirmos para integrar no dia a dia das escolas e dos alunos o uso racional e útil destas tecnologias.
1 comment:
Não são os novos programas que precisamos, nem os computadores. Precisamos é de aprender a ensinar. Aqui estão as explicações. Bom proveito.
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